FENABAN

1, setembro, 2026

Após meses de exaustivas negociações, o Comando Nacional dos Bancários conquistou, na 13ª mesa da Campanha Nacional Unificada dos Bancários, uma proposta com reposição total da inflação (INPC) mais aumento real de 0,60%, em 2026 e também 2027, para salários e todas as demais verbas, incluída a PLR (tanto na regra básica, quanto na parcela adicional) e os vales refeição e alimentação, derrotando assim a tentativa dos banqueiros de impor um arrocho salarial (perdas reais para salários e todas as verbas).

A assembleia de deliberação sobre a proposta será realizada entre os dias 3 (quinta-feira) e 4 de setembro (sexta-feira). Todos os detalhes estarão no edital, que será publicado em breve.

Para além das cláusulas econômicas, a proposta garante a manutenção de todos os direitos da Convenção Coletiva de Trabalho e prevê avanços como a participação efetiva dos trabalhadores e seus sindicatos no programa de gerenciamento de riscos (PGR); gestão ética da tecnologia; direito à desconexão; requalificação e realocação profissional; e o encarecimento das demissões para os bancos, com indenização adicional aos bancários (leia mais abaixo).

“Foram mais de dois meses de negociações duríssimas e várias propostas rejeitadas, nas quais os banqueiros queriam acabar com a mesa única; dividir a categoria por faixa salarial; regionalizar e rebaixar vales alimentação e refeição; ameaçaram judicializar a renovação da CCT; e, até a última mesa, pretendiam impor arrocho. Graças à mobilização, à nossa unidade nacional e à capacidade de negociação, foi conquistada valorização real para salários e todas as verbas, além da manutenção de todos os direitos e avanços para o presente e futuro da categoria”, diz a presidenta do Sindicato e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários.

O Sindicato avalia que – em um cenário no qual a categoria não conta com a ultratividade (garantia da validade de um acordo coletivo de trabalho, além da sua vigência, até a assinatura da sua renovação) – conquistar o aumento real, a manutenção de todos os direitos e ainda avançar em relação à saúde e cláusulas sociais é um saldo positivo para a Campanha dos Bancários 2026.

“A CCT dos bancários tem 85% de suas cláusulas que garantem direitos acima da CLT. A preservação de todos estes direitos, o aumento real e as novas conquistas são fruto da nossa unidade nacional, mobilização e capacidade de negociação. Foi a categoria unida, bancários de bancos públicos e privados, espalhados por todo o país, representados com muita responsabilidade pelo Comando Nacional, que protegeram a nossa CCT e impediram o arrocho salarial”, avalia a presidenta do Sindicato.

Caso aprovada, a proposta de aumento real para esse e o próximo ano fará com que a categoria bancária acumule, entre 2004 (início da mesa única) e 2027, um reajuste total de 286,5%, com 25% de aumento real. Para o piso, o ganho real chegaria a 47,1%.

A inflação (INPC) para a data-base dos bancários (1º de setembro) será divulgada no dia 11 de setembro, quando será possível definir qual será o reajuste total (INPC + 0,6% de aumento real) para salários e demais verbas em 2026.

Bancários enfrentaram duras negociações e derrotaram ataques

O processo negocial deste ano foi particularmente difícil, com 13 rodadas de negociação, as quais duraram pelo menos 8 horas cada uma, e oito propostas rejeitadas.

A negociação que culminou na proposta final dos banqueiros começou no início da tarde de sexta (28), se estendeu por todo o dia e noite, varou a madrugada e foi encerrada somente na noite de sábado (29), com duração total de 32 horas.

Desde o início das negociações, o Comando Nacional enfrentou e venceu ataques à mesa única de negociação; derrotou a estratégia da Fenaban em levar o processo negocial até uma data próxima da data-base da categoria, valendo-se do fim da ultratividade; não se curvou às ameaças de judicialização; barrou a tentativa de dividir a categoria por faixas salariais; e superou propostas que iniciaram com uma perda real de 1,5% para a categoria, rebaixavam o vale-alimentação, congelavam a PLR e retiravam direitos.

“O Comando Nacional, com a força da mobilização da categoria em todo o país, se manteve firme e derrotou os ataques à nossa unidade nacional e também a tentativa dos banqueiros de impor um arrocho salarial e extinguir direitos. Mostramos, rodada após rodada, que não aceitaríamos retrocessos e nem sair do processo negocial sem a valorização real do trabalhador bancário, avanços nas cláusulas sociais e todos os nossos direitos mantidos”, conclui Neiva Ribeiro.

Avanços em saúde e cláusulas sociais

  • Saúde mental: Participação dos sindicatos no Programa de Gerenciamento de Riscos Psicossociais, da nova Norma Regulamentadora nº 1 (RN-1), com objetivo de reduzir o adoecimento mental na categoria.
  • Combate ao assédio: O banco disponibilizará o canal de combate ao assédio moral e sexual (e conquistado da Campanha Nacional de 2024) para receber também denúncias sobre atos praticados por clientes contra os funcionários.
  • Monitoramento digital: Transparência e limites à vigilância a partir de ferramentas de monitoramento digital no trabalho, direito à feedback e gestão humana, com o objetivo da gestão ética da tecnologia, para proteção aos bancários.
  • Direito à desconexão: Para que bancários e bancárias tenho seu tempo fora da jornada de trabalho respeitado, por exemplo, não sendo obrigados a atender ou responder mensagens fora da jornada de trabalho, seja de clientes, seja de gestores.
  • Paralisação do dia 20 de agosto: caso aprovada a proposta, a Fenaban garantiu que o dia de paralisação será abonado.

Programa de indenização, requalificação e recolocação no mercado de trabalho

Em caso de demissão de bancários em virtude do fechamento de uma agência, ficaram acordadas duas medidas:

  • Um programa de requalificação e recolocação profissional, com a contratação de uma consultoria internacional (Gi Group), que irá elaborar planos para cada trabalhador, com diagnósticos, entrevistas e planos de realocação individual. Os trabalhadores terão ainda acesso a uma plataforma de cursos e serão cadastrados em um banco de talentos, de forma a conectá-los com empresas que necessitem de suas competências.
  • Indenização adicional, além do já previsto na CCT, conforme tabela abaixo:

“Esta é uma importante conquista para encarecer as demissões, realocar o trabalhador demitido no mercado de trabalho e oferecer uma compensação financeira. É mais dinheiro no bolso do bancário em um momento que sabemos ser delicado na vida de qualquer pessoa”, pontua a presidenta da Contraf-CUT e também coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira.

Entre janeiro de 2015 e maio de 2026, os maiores bancos fecharam 9,5 mil agências. Destas, 669 foram encerradas no primeiro semestre de 2026.

FONTE: SEEBSP

ESPECÍFICAS DA CEF

1, setembro, 2026

A Caixa Econômica Federal apresentou, neste sábado (29), em São Paulo, o que classificou como sua proposta final para o Saúde Caixa. O tema concentrou boa parte da décima rodada de negociações específicas entre o banco e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, dentro da Campanha Nacional dos Bancários 2026. A representação dos empregados deixou claro que a apresentação da proposta não significa sua aprovação: o conteúdo será levado ao Comando Nacional dos Bancários e, posteriormente, às assembleias que serão realizadas em todo o país de quinta (3) a sexta-feira (4).

Além do Saúde Caixa, houve encaminhamentos importantes para a criação de um grupo de trabalho que discutirá PFG, PCS, Processos Seletivos Internos (PSIs) e remuneração variável, incluindo o Super Caixa. A CEE cobrou que os trabalhos comecem o quanto antes, logo após a conclusão da campanha, com calendário intensificado de reuniões. Também serão ampliadas as agendas da mesa permanente de negociação e realizadas reuniões específicas para discutir os modelos Figital e Genesys.

“A proposta apresentada traz mudanças importantes, mas também traz avanços em relação às duas últimas que a Caixa tinha colocado na mesa. É importante que cada empregado e empregada conheça a proposta e todos os seus detalhes. A negociação não termina no plano de saúde: temos uma pauta ampla, construída pelos empregados e aprovada no 41º Conecef, que discutimos durante as negociações e vamos definir a redação final de algumas cláusulas na segunda-feira (31)”, afirmou a coordenadora da CEE/Caixa, Luiza Hansen.

Como fica a proposta do Saúde Caixa

O modelo apresentado pela Caixa modifica a forma de cobrança em relação ao acordo atual. Segundo a proposta, para os empregados da ativa a contribuição passa a variar de acordo com a idade do titular e de cada dependente:

Para os aposentados e pensionistas, a contribuição do titular passaria de 3,5% para 4,5% da remuneração-base, enquanto a mensalidade por dependente passaria dos atuais R$ 480 para R$ 660. O teto de comprometimento da renda do grupo familiar subiria de 7% para 9%. A proposta mantém as 13 mensalidades anuais.

Os dependentes indiretos (entre eles filhos de 21 a 27 anos) ficam fora do teto familiar. Deixa de haver a diferenciação que havia entre 21 a 24 e de 24 a 27 anos. Todos os usuários terão piso de R$ 50. A tabela e as demais regras constam da apresentação feita pelo banco durante a reunião.

Para estimular o uso da telemedicina, que gera menos custos para o plano, esse tipo de consulta passa a ser isento de coparticipação. Internações e tratamentos oncológicos também seguem isentos de coparticipação. O valor da consulta em pronto-socorro subiria dos atuais R$ 75 para R$ 150, e o limite anual por grupo familiar passaria de R$ 3.600 para R$ 4.800.

A proposta prevê ainda recadastramento anual dos titulares e grupos familiares e abertura de um prazo de 90 dias para adesão de titulares que atualmente estejam fora do Saúde Caixa. Encerrado esse período, quem cancelar sua adesão não poderá voltar ao plano. A regra é mais restritiva que a vigente, que permite nova inscrição após dois anos de ausência, mediante cumprimento das condições previstas no ACT. Segundo a Caixa a intenção seria proteger a sustentabilidade e o mutualismo do plano.

Caixa fala em ampliar teto em 2027

A Caixa informou que as medidas propostas para os usuários representam aproximadamente R$ 190 milhões adicionais em 2026, enquanto o banco afirmou que colocará cerca de R$ 543 milhões para ajudar no equacionamento do resultado do plano neste ano, inclusive por meio de medidas extraordinárias.

O banco também declarou que pretende iniciar, após o período de restrições eleitorais, os procedimentos internos e externos necessários para ampliar, em 2027, o atual teto de 6,5% da folha de pagamento e proventos que limita sua participação no Saúde Caixa.

Segundo estimativas apresentadas pela Caixa, o aumento do teto divulgado pela Caixa em sua intranet de 6,5% para 8%, o aumento da participação da Caixa chegaria a aproximadamente R$ 600 milhões.

Outro tema colocado pelo banco foi o estudo de mudanças estruturais no Saúde Caixa, inclusive a possibilidade de constituição de CNPJ próprio e busca de novas fontes de receita. A CEE lembrou que o acordo em vigência já estabelece que alterações estruturantes devem ser debatidas com a representação dos empregados e exigiu que qualquer estudo seja submetido à mesa de negociação antes da implementação.

GT vai discutir remuneração variável, PFG, PCS e PSI

Outro avanço da reunião foi o acerto para a criação de um único GT para tratar de remuneração variável, PFG, PCS e PSI. A CEE havia defendido dois grupos distintos, um para trajetória profissional e outro para remuneração variável, mas aceitou a concentração dos quatro temas, desde que seja construído um calendário mais intenso, com início dos trabalhos logo após a conclusão da campanha e ainda em 2026.

Na remuneração variável, a pauta dos empregados inclui a revisão integral do Super Caixa, negociação prévia das regras, transparência dos critérios e adoção do princípio “vendeu, recebeu”, além de tratamento isonômico entre rede, centralizadoras e matriz. A minuta também reivindica negociação do Bônus Caixa e dos demais programas que interfiram na remuneração.

A representação dos empregados aceitou o grupo único, mas cobrou um calendário forte, com reuniões frequentes e capacidade de produzir soluções.

Figital e Genesys

A Caixa também propôs uma reunião específica com as áreas responsáveis pelos modelos Figital e Genesys. No caso do Genesys, o banco se comprometeu a suspender até 31 de dezembro a penalização no Alcance.Caixa decorrente do transbordo do atendimento e ampliar de cinco para dez minutos o prazo antes do transbordo. Mesmo depois dos dez minutos, a unidade não será penalizada pelo indicador durante o período de suspensão.

A CEE quer aproveitar a agenda para discutir o próprio desenho dos modelos, inclusive o atendimento simultâneo presencial e digital, a sobrecarga e os impactos sobre a organização do trabalho.

Os representantes dos empregados enfatizaram a urgência de discutir como Figital e Genesys estão organizando o trabalho, especialmente a obrigação de conciliar atendimento presencial e digital e a pressão decorrente dos prazos.

Licenças de saúde e abono

Em relação ao adiantamento salarial nos afastamentos por licença de saúde, a Caixa propôs que, quando o benefício for inicialmente indeferido pelo INSS, a cobrança para devolução do adiantamento não seja iniciada enquanto houver possibilidade de recurso. Somente após decisão definitiva começaria o procedimento de devolução.

A empresa também propôs tornar facultativo o recebimento do adiantamento. A CEE defendeu a lógica inversa: manter o pagamento automático, como ocorre hoje, e permitir que o trabalhador manifeste sua opção por não receber, evitando que alguém afastado por doença tenha de realizar procedimentos adicionais justamente em momento de maior vulnerabilidade.

A CEE destacou que a medida precisa atuar de forma a evitar qualquer possibilidade de o empregado encontrar dificuldades de obter auxílio previdenciário ou ter desconto enquanto ainda discute seu direito no INSS.

A Caixa trouxe como proposta a possibilidade de converter dez dias de férias em abono pecuniário, independente do período de descanso. A CEE cobrou ainda que a paralisação do dia 20, que será abonada, não interrompa contagens funcionais relacionadas a substituições por prazo, exercício de funções e demais efeitos que possam gerar prejuízo posterior aos empregados.

CEE posicionamento final da Caixa

Ao longo das rodadas, a Caixa apresentou propostas sobre Promoção por Mérito, Saúde Caixa, pessoas com deficiência, monitoramento de metas, atendimento digital, carreira e outras condições de trabalho. Em alguns pontos houve avanços, como a retirada do Alcance. Caixa dos critérios da Promoção por Mérito, a previsão de pagamento dos deltas em janeiro e a suspensão do processo de migração das funções de caixas e tesoureiros para negociação com a representação dos empregados. Em outros, especialmente no Saúde Caixa, permanecem divergências importantes.

“Conseguimos abrir caminhos importantes para continuar negociando carreira, remuneração variável e condições de trabalho. Mas as assembleias precisam avaliar com atenção todos os pontos que serão levados para aprovação nas assembleias”, concluiu Luiza Hansen.

FONTE: SEEBSP

ESPECÍFICAS DO BB

1, setembro, 2026

BB apresenta proposta para ACT, mas questões econômicas seguem pendentes

01.09.2026

Negociação foi remarcada para esta terça-feira (1º); Feeb SP/MS acompanha as tratativas e reforça cobrança por valorização e igualdade de direitos para funcionários de bancos incorporados

Negociação foi remarcada para esta terça-feira (1º); Feeb SP/MS acompanha as tratativas e reforça cobrança por valorização e igualdade de direitos para funcionários de bancos incorporados

Após uma sequência de rodadas de negociação, o Banco do Brasil apresentou uma proposta global para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico dos funcionários. A proposta foi apresentada no sábado (29), em São Paulo, durante a 10ª rodada de negociação, e reúne questões em cláusulas sociais, saúde, carreira e condições de trabalho.

As tratativas, que inicialmente seriam retomadas nesta segunda-feira (31), foram remarcadas pelo banco para esta terça-feira (1º de setembro). A expectativa é avançar nos pontos que permanecem pendentes, especialmente nas questões econômicas.

A Feeb SP/MS acompanha as negociações por meio de sua representação nas mesas e avalia que as medidas apresentam questões importantes construídas durante a Campanha Nacional 2026, mas ressalta que ainda há reivindicações do funcionalismo que precisam de respostas.

“As propostas apresentadas são importantes e foram construídas ao longo das negociações, especialmente nas cláusulas sociais, mas não podemos deixar de registrar que os funcionários aguardam também valorização econômica”, afirma Maria Aparecida da Silva, a Cida, representante da Feeb SP/MS na Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB).

Principais pontos da proposta

Entre as medidas apresentadas pelo Banco do Brasil estão:

* abono de ausência em 31 de dezembro de 2026;
* ampliação da licença-paternidade de 20 para 35 dias, para pais de filhos nascidos a partir de 30 dias após a assinatura do ACT;
* aumento de 15% no auxílio para filhos com deficiência, passando de R$ 760,48 para R$ 874,55, ainda sem considerar o índice de reajuste da Campanha Nacional;
* reavaliação da função dos atendentes da Central de Relacionamento, com novos papéis e responsabilidades e elevação do salário de referência de R$ 4.795,12 para R$ 6.302,77 a partir de janeiro de 2027, também antes da aplicação do reajuste da Campanha Nacional. Atualmente, 558 funcionários ocupam a função, com previsão de abertura de mais 30 vagas;
* criação de mesa específica para discutir os modelos de acompanhamento da rede Diope;
* revisão, a partir de 2027, dos exames complementares para identificação e acompanhamento de doenças crônicas;
* inclusão dos funcionários egressos dos bancos incorporados no Programa Bem Viver, condicionada à expansão do atendimento nas CliniCassi;
* adoção do modelo do SESMT para atendimento à NR-1, incluindo a questão dos riscos psicossociais;
* aumento da indenização por morte em decorrência de assalto, de R$ 316,6 mil para R$ 550,5 mil;
* compromisso de apresentação, em até 60 dias, de alternativas para o enfrentamento do endividamento dos funcionários;
* continuidade das discussões sobre saúde e previdência dos egressos dos bancos incorporados, com acompanhamento sindical e compromisso de inclusão da medida no ACT.

Bancos incorporados: igualdade permanece na pauta

A inclusão dos egressos dos bancos incorporados no Programa Bem Viver é um dos pontos destacados pela representação da Feeb SP/MS. A medida está condicionada à expansão do atendimento pelas CliniCassi.

Para Cida, o avanço precisa fazer parte de um processo mais amplo de garantia de igualdade entre todos os funcionários do Banco do Brasil.

“Os funcionários egressos exigem os mesmos direitos e o mesmo acesso aos benefícios. A CEBB quer igualdade de tratamento para todos os funcionários do Banco do Brasil”, ressalta.

A proposta prevê ainda a continuidade das avaliações e negociações relacionadas à saúde e à previdência desse público, com acompanhamento das entidades sindicais.

PCDs, certificações e ações afirmativas

Outras medidas construídas ao longo das rodadas também passam a integrar o conjunto de avanços da negociação. Entre elas está a ampliação do Programa de Apoio à Mobilidade de Dependentes PCDs (PAS) para pais e mães de dependentes com deficiência. O programa possibilita antecipação salarial para aquisição de veículos de até R$ 100 mil, com pagamento em até 96 meses, sem juros e limite equivalente a 12 salários.

Segundo os dados apresentados pelo BB, a mudança amplia o universo de potenciais beneficiários de 3.404 para 7.271 pessoas.

Também houve ampliação de duas para cinco jornadas de trabalho por ano para funcionários PCDs realizarem reparos em seus equipamentos.

No campo das ações afirmativas, o banco se comprometeu com a inclusão no ACT de políticas para priorizar mulheres, pessoas com deficiência e pessoas não brancas nos processos seletivos internos.

Também está prevista estabilidade na função comissionada por seis meses após o retorno ao trabalho para funcionárias vítimas de violência doméstica, além da redução de jornada para mulheres em lactação induzida, com extensão do direito a casais homoafetivos em que as duas mães sejam funcionárias do BB.

Outros pontos

O conjunto de propostas contempla ainda a ampliação do afastamento para acompanhamento em casos de união estável, o ressarcimento dos custos para funcionários aprovados nas certificações da Anbima e abono de até cinco dias para realização dessas certificações.

O Banco do Brasil também assumiu compromisso com ações voltadas ao desenvolvimento e à requalificação profissional do funcionalismo.

Negociação continua nesta terça-feira

Apesar dos pontos registrados, a negociação ainda não está encerrada. A representação dos funcionários aguarda respostas para pontos pendentes, com destaque para as questões econômicas.

A mesa que estava prevista para esta segunda-feira (31) foi remarcada pelo Banco do Brasil para terça-feira, 1º de setembro, quando as partes voltam a discutir a renovação do ACT específico.

A Feeb SP/MS segue acompanhando as tratativas e defendendo avanços que contemplem valorização econômica, melhores condições de trabalho, proteção à saúde e igualdade de direitos para todo o funcionalismo do Banco do Brasil.

FONTE: FEEB/SP

ASSEMBLEIA DIA 03/09/2026

1, setembro, 2026

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

DE ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de São Carlos, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 59.619.965/0001-00, Registro sindical nº MTIC 006,132.02552-2, por seu presidente abaixo assinado, convoca todos os trabalhadores bancários, sindicalizados e não sindicalizados, da base territorial deste sindicato, para a assembleia geral extraordinária que se realizará por meio de plenária a ser realizada de forma presencial, na sede do Sindicato à Rua 13 de maio, 2206, São Carlos, SP, em primeira convocação às 17:30h, ou, em segunda convocação às 18:30h,   do dia 03 de setembro de 2026, na forma disposta no site https://bancariossaocarlos.com.br/, onde estarão disponíveis todas as informações necessárias para a deliberação acerca da seguinte pauta: 1. Deliberação sobre a proposta apresentada na mesa única de negociação por parte da Comissão de Bancos coordenada pela FENABAN para a renovação das Convenções Coletivas de Trabalho, 2.  propostas específicas apresentadas pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal para renovação dos seus respectivos Acordos Coletivos de Trabalho Aditivos. 3.Avaliação e encaminhamentos para a campanha salarial em caso de reprovação dos instrumentos coletivos.

São Carlos, 01 de Setembro de 2026

LAURIBERTO ANTONIO VIGANON – presidente

                                                                        

CAMPANHA SALARIAL – proposta Fenaban

31, agosto, 2026

A assembleia de deliberação sobre a proposta será realizada entre os dias 3 (quinta-feira) e 4 de setembro (sexta-feira). Todos os detalhes estarão no edital, que será publicado em breve.

Para além das cláusulas econômicas, a proposta garante a manutenção de todos os direitos da Convenção Coletiva de Trabalho e prevê avanços como a participação efetiva dos trabalhadores e seus sindicatos no programa de gerenciamento de riscos (PGR); gestão ética da tecnologia; direito à desconexão; requalificação e realocação profissional; e o encarecimento das demissões para os bancos, com indenização adicional aos bancários .

Foram mais de dois meses de negociações duríssimas e várias propostas rejeitadas, nas quais os banqueiros queriam acabar com a mesa única; dividir a categoria por faixa salarial; regionalizar e rebaixar vales alimentação e refeição; ameaçaram judicializar a renovação da CCT; e, até a última mesa, pretendiam impor arrocho. Graças à mobilização, à nossa unidade nacional e à capacidade de negociação, foi conquistada valorização real para salários e todas as verbas, além da manutenção de todos os direitos e avanços para o presente e futuro da categoria.

O Sindicato avalia que – em um cenário no qual a categoria não conta com a ultratividade (garantia da validade de um acordo coletivo de trabalho, além da sua vigência, até a assinatura da sua renovação) – conquistar o aumento real, a manutenção de todos os direitos e ainda avançar em relação à saúde e cláusulas sociais é um saldo positivo para a Campanha dos Bancários 2026.

A CCT dos bancários tem 85% de suas cláusulas que garantem direitos acima da CLT. A preservação de todos estes direitos, o aumento real e as novas conquistas são fruto da nossa unidade nacional, mobilização e capacidade de negociação. Foi a categoria unida, bancários de bancos públicos e privados, espalhados por todo o país, representados com muita responsabilidade pelo Comando Nacional, que protegeram a nossa CCT e impediram o arrocho salarial.

Caso aprovada, a proposta de aumento real para esse e o próximo ano fará com que a categoria bancária acumule, entre 2004 (início da mesa única) e 2027, um reajuste total de 286,5%, com 25% de aumento real. Para o piso, o ganho real chegaria a 47,1%.

A inflação (INPC) para a data-base dos bancários (1º de setembro) será divulgada no dia 11 de setembro, quando será possível definir qual será o reajuste total (INPC + 0,6% de aumento real) para salários e demais verbas em 2026.

Bancários enfrentaram duras negociações e derrotaram ataques

O processo negocial deste ano foi particularmente difícil, com 13 rodadas de negociação, as quais duraram pelo menos 8 horas cada uma, e oito propostas rejeitadas.

A negociação que culminou na proposta final dos banqueiros começou no início da tarde de sexta (28), se estendeu por todo o dia e noite, varou a madrugada e foi encerrada somente na noite de sábado (29), com duração total de 32 horas.

Desde o início das negociações, o Comando Nacional enfrentou e venceu ataques à mesa única de negociação; derrotou a estratégia da Fenaban em levar o processo negocial até uma data próxima da data-base da categoria, valendo-se do fim da ultratividade; não se curvou às ameaças de judicialização; barrou a tentativa de dividir a categoria por faixas salariais; e superou propostas que iniciaram com uma perda real de 1,5% para a categoria, rebaixavam o vale-alimentação, congelavam a PLR e retiravam direitos.

O Comando Nacional, com a força da mobilização da categoria em todo o país, se manteve firme e derrotou os ataques à nossa unidade nacional e também a tentativa dos banqueiros de impor um arrocho salarial e extinguir direitos. Mostramos, rodada após rodada, que não aceitaríamos retrocessos e nem sair do processo negocial sem a valorização real do trabalhador bancário, avanços nas cláusulas sociais e todos os nossos direitos mantidos.

FONTE: SEEB SP

CAMPANHA SALARIAL 2026

31, agosto, 2026

campanha salarial – proposta Fenaban a ser avalida em assembléia dia 17/08

14, agosto, 2026

Primeiras propostas dos banqueiros

No início da negociação, a Fenaban apresentou 13 “premissas” para que os banqueiros apresentem uma proposta global aos bancários sobre questões debatidas nas mesas de negociação anteriores.

São elas: saúde mental dos bancários; assédio, discriminação e violência; igualdade para as mulheres; monitoramento digital; direito à desconexão; garantia de compensação adicional aos trabalhadores afetados pelo fechamento de agências e postos de atendimento; atuação dos sindicatos e bancos contra assimetrias que prejudicam os trabalhadores; PLR; auxílio-alimentação e refeição; salário de ingresso; reajustes de salários; manutenção de benefícios e vantagens previstos nas Convenções Coletivas dos bancários; e compromisso com a conclusão dos acordos dentro do prazo, garantindo os pagamentos e a manutenção de benefícios.

Dentre as premissas apresentadas, algumas apresentam avanços construídos ao longo das negociações. Porém, ao entrar na pauta econômica, o tema do dia, a Fenaban apresentou suas primeiras propostas, que também atacavam os direitos dos bancários e a unidade da categoria.

Os banqueiros chegaram a propor reduzir os vales alimentação e refeição para bancários de municípios e estados menores, admitindo aumentar os valores apenas nas grandes capitais.

Eles não querem aumentar o custo. Querem simplesmente usar o mesmo valor pago hoje com os vales, tirando de alguns trabalhadores para pagar para outros, como se alguns pudessem comer melhor que outros.

A Fenaban chegou, ainda, a ameaçar ir ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) caso não houvesse acordo para os modelos de reajustes propostos. Mas, depois de um intervalo durante a negociação de hoje, recuou.

Reajuste por faixa salarial e salário de ingresso congelado

Após pausa para almoço, os banqueiros retornaram à mesa de negociação com novas propostas, mas que também dividem a categoria e atacam direitos:

  • Reajuste diferenciado de acordo com a remuneração do bancário, separando a categoria em três faixas salariais: menores salários, salários intermediários e maiores salários, sem indicar o índice de reajuste aplicado a cada uma delas. O mesmo valendo para os vales refeição e alimentação;
  • Piso de ingresso congelado. Ou seja, sem reajuste nenhum.

Não aceitamos qualquer proposta de modelo diferenciado de reajuste que divida os bancários por faixa salarial, ainda mais sem apresentar o índice para cada uma das faixas. Os bancários e bancárias querem e merecem aumento real para todos; valorização do piso para todos; valorização da PLR para todos; valorização do VA e VR para todos. Defendemos a manutenção da nossa pauta de reinvindicações, com valorização para todos, sem diferenciação.

Banqueiros podem atender as reinvindicações

A Fenaban voltou a justificar a sua dificuldade em atender a reinvindicação dos bancários por aumento real apontando um cenário de concorrência com outros atores do sistema financeiro, juros altos e inadimplência.

O Comando Nacional dos Bancários rebateu a narrativa dos banqueiros destacando que o lucro por empregado nos bancos é de R$ 438 mil e nas cooperativas R$ 173 mil, uma diferença de 153% em favor dos bancários. Em outras palavras, os empregados dos bancos são muito mais produtivos e lucrativos do que os empregados das cooperativas.

Além dos dados referentes à lucratividade dos bancos em 2025 – quando o setor bancário registrou lucro líquido de R$ 171 bilhões e patrimônio líquido de R$ 1,2 trilhão – os balanços semestrais de 2026 também demonstram que os banqueiros podem valorizar a categoria com aumento real e melhores condições de trabalho.

Bradesco, Itaú e Santander, os três maiores bancos privados que atuam no Brasil, registraram lucro líquido conjunto de R$ 45,4 bilhões no primeiro semestre de 2026. O resultado representa crescimento de 7,8% na comparação com o mesmo período do ano passado e foi divulgado justamente em meio à Campanha Nacional dos Bancários 2026, quando a categoria reivindica aumento real para salários, demais verbas e melhores condições de trabalho.

Já o Banco do Brasil teve lucro de R$ 7,3 bilhões no 1º semestre de 2026. No segundo trimestre deste ano, o banco público registrou lucro de R$ 3,9 bilhões, alta de 3,3% na comparação anual e de 13,9% em relação ao trimestre anterior.

A Caixa ainda não divulgou seu balanço semestral. No primeiro trimestre do ano, o banco registrou lucro líquido recorrente de R$ 3,5 bilhões, crescimento de 25,4% em relação ao quarto trimestre de 2025.

O setor bancário lucro R$ 174 bilhões ano passado. Não tem sentido apresentar uma proposta rebaixada. Por que não tirar dos altos executivos, então, para pagar o reajuste que a categoria bancária exige e tem de direito?, lembrando que a remuneração média per capita anual paga à diretoria estatutária dos três maiores bancos privados do país chegará a R$ 12,5 milhões em 2026. “Esse valor é mais de 120 vezes superior à remuneração anual de um escriturário, considerando salário, 13º, férias, tíquetes e PLR. É uma diferença salarial que mostra onde os bancos estão escolhendo concentrar a renda.

Assembleia na segunda-feira (17)

Diante da postura dos banqueiros, o Comando Nacional dos Bancários – que representa a categoria nas negociações – convocou assembleias em todo país para a próxima segunda-feira, 17 de agosto, para deliberação da categoria sobre a proposta de modelo de reajuste diferenciado por faixa salarial apresentada pela Fenaban e sobre paralisação de 24h das atividades na quinta-feira 20.

O Comando Nacional dos Bancários e o Sindicato orientam a rejeição da proposta da Fenaban de modelo de reajustes diferenciados por faixa salarial, com o congelamento do salário de ingresso.

ASSEMBLÉIA DIA 17/08/26 – CAMPANHA SALARIAL 2026/2028

13, agosto, 2026

SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS DE SÃO CARLOS

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

 Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de São Carlos, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 59.619.965/0001-00, Registro sindical nº MTIC-006.132.02552-2, por seu presidente abaixo assinado, convoca todos os trabalhadores bancários, sócios e não sócios, da base territorial deste sindicato, para a assembleia geral extraordinária que se realizará por meio de plenária a ser realizada às 19h, em primeira convocação, ou, às 20h em segunda convocação, que será realizada na sede do Sindicato, presencialmente, à rua 13 de maio, 2206, São Carlos, SP, do dia 17/08/2026 (segunda-feira), na forma presencial, disposta no site: https://bancariossaocarlos.com.br,  onde estarão disponíveis todas as informações necessárias para a deliberação acerca da seguinte pauta: 1. Deliberação sobre a proposta da Fenaban que prevê o congelamento do piso de ingresso e reajuste salarial diferenciado em três faixas; 2. Deliberação por paralisação das atividades dia 20 de agosto de 2026.

LAURIBERTO ANTONIO VIGANON – Presidente

CAMPANHA SALARIAL 2026 – hoje é dia de fazer um resumo do que aconteceu na semana. A Campanha Nacional 2026 tá entrando na fase mais decisiva, já que todas as reivindicações já foram levadas aos bancos. E é hora de ter respostas.

10, agosto, 2026

E é isso que o Comando Nacional esperava da Fenaban na rodada que aconteceu na terça, dia 4. Só que os bancos…o que fizeram?

Eles já chegaram na mesa com críticas às reivindicações, em especial das cláusulas econômicas e até disseram que a PLR não precisaria de reajustes, porque os bancos já possuem programas próprios de remuneração variável.

Aí o Comando, claro, rebateu. Esses programas não substituem a PLR. Eles são apenas complementares. A PLR é direito conquistado.

O Comando também contestou o argumento de que os bancos estariam perdendo rentabilidade por causa da concorrência com outras instituições do sistema financeiro.

Os dados apresentados mostram outra realidade.

O lucro, como a gente sabe é astronômico. Em 2025, os cinco maiores bancos lucraram R$ 124 bilhões e, considerando todo o setor, o lucro líquido chegou a R$ 171 bilhões.

Além disso, as receitas com tarifas cobradas dos clientes foram suficientes para cobrir toda a despesas dos bancos com pessoal, incluindo a PLR.

E ainda sobraram recursos.

Enquanto isso, a categoria enfrenta perda de renda. Desde 2014, a massa salarial real dos bancários caiu 17%. Para piorar o cenário, demissões e fechamento de agências.

E o que a gente quer?

É aumento real de salários

É valorização da PLR

É reajuste maior para vale-refeição e vale-alimentação

É melhoria do piso da categoria – e criação de um piso específico para os profissionais de tecnologia da informação.

Tudo isso tá posto na mesa! E como é que fica?

Bom, a Fenaban disse para o Comando que na próxima rodada de negociações, no dia 13 vai apresentar uma proposta para o conjunto das reivindicações da categoria.

Só pra lembrar e reforçar:

Tem a defesa do emprego, igualdade de oportunidades, combate ao assédio, melhores condições de trabalho, mais proteção à saúde da categoria…

Além de inclusão, jornada 4×3, direito a desconexão, segurança…

Então bora lá. Essa semana é decisiva. Tem que mobilizar a categoria, conscientizar cada bancário e bancária do peso que tem a nossa campanha.

FONTE: FEEB/SP

CAMPANHA SALARIAL 2026

31, julho, 2026

A Feeb SP/MS participa de negociação em que CONTEC cobra ganho real e maior participação nos lucros dos bancos

A entidade acompanhou a mesa de negociação com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), marcada pela cobrança por ganho real nos salários, valorização dos pisos, aumento dos vales alimentação e refeição e melhorias na Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Os bancos, no entanto, encerraram a reunião sem apresentar proposta econômica à categoria.

Durante a negociação, a CONTEC defendeu reajuste salarial com ganho real, valorização dos pisos, aumento dos vales alimentação e refeição e mudanças na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), além de reivindicar que os bancários tenham uma participação maior nos resultados obtidos pelas instituições financeiras.

“Mais uma negociação e, mais uma vez, os bancos não apresentaram nenhuma proposta para a categoria. Reafirmamos a importância de um ganho real de salários, da melhoria do piso salarial e dos tíquetes refeição e alimentação, porque os alimentos têm subido substancialmente”, afirmou David Zaia, presidente da Feeb SP/MS e secretário-geral da CONTEC.

A rodada marcou a conclusão da análise de todas as cláusulas econômicas apresentadas pelos trabalhadores à Fenaban. Apesar do aprofundamento das discussões sobre temas como piso salarial e a estrutura da Participação nos Lucros e Resultados, não houve avanços concretos nas reivindicações da categoria. A expectativa da representação dos trabalhadores é que as próximas reuniões sejam mais objetivas e avancem para definições sobre os pontos que permanecem em aberto.

As entidades sindicais também lamentaram a ausência de uma proposta econômica por parte da Fenaban. A expectativa era de que os bancos apresentassem, nesta rodada, algum índice que pudesse ser avaliado e discutido com a categoria, o que não ocorreu.

A próxima rodada de negociação entre CONTEC e Fenaban está marcada para o dia 4 de agosto, às 9h, no Hotel Laghetto Stilo São Paulo, no bairro Paraíso, na capital paulista.

Fonte: Contec