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Fenaban insiste em reajuste abaixo da inflação e não apresenta proposta

16, setembro, 2016

Não há nova data para rodada de negociação; Comando orienta intensificação da greve
A oitava rodada de negociação com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), terceira após a deflagração da Greve Nacional dos Bancários, realizada nesta quinta-feira (15) foi marcada novamente pela decepção. A Fenaban não apresentou proposta e continua insistindo na proposta abaixo da inflação (7% de reajuste e abono de R$3,3 mil), que prevê perdas de 2,39% para a categoria, mantendo a greve por tempo indeterminado.

Diante da postura desrespeitosa e intransigente da Fenaban, o Comando Nacional dos Bancários orienta a resistência e intensificação da greve e irá produzir uma carta aberta à população, onde explica a importância do apoio à mobilização dos trabalhadores bancários, uma categoria que vem sofrendo com sucessivas demissões em massa, sobrecarga de trabalho (e desrespeito aos clientes que são obrigados a esperar em filas imensas), sendo que os bancos lucram milhões e não querem fazer o mínimo, que é conceder um reajuste digno, que reponha as perdas.

“A Fenaban aposta no conflito quando passa duas rodadas sem apresentar proposta e insiste na manutenção do modelo que impõe perdas aos bancários, apesar de reiteradas vezes o comando ter apontado que não aceita tal situação. Nesse momento é fundamental que sindicatos e bancários resistam a esse ataque respondendo com uma greve ainda mais forte no dia de amanhã”, avalia Jeferson Boava vice-presidente da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB-SP/MS) e integrante do Comando Nacional dos Bancários.

O Comando continua disposto a negociar, porém, sinalizou aos banqueiros que voltará à mesa apenas quando houver nova proposta a avaliar.

Greve

A paralisação nessa quinta-feira continuou crescendo. Na base da Federação, o número de postos de trabalho fechados aumentou para 2.255. Por todo o país são mais de 12 mil, entre agências e centros administrativos.

No momento, não existe nova data para nova rodada de negociação.

FONTE: FEEB SP

 

Negociação na quinta – dia 15 – 16h

14, setembro, 2016

 

Uma nova reunião foi marcada para quinta-feira 15, às 16h, em São Paulo, e a orientação do Comando Nacional dos Bancários é para que os trabalhadores fortaleçam ainda mais a greve em todo o Brasil.

Os bancários vão para o nono dia de paralisação nacional, nesta quarta-feira 14, e a responsabilidade é dos bancos. Falta respeito aos trabalhadores e aos clientes, caso contrário já teriam feito proposta decente e acabado com a greve.

 

FENABAN NÃO APRESENTA PROPOSTA, NOVA RODADA MARCADA PARA DIA 15-5Af.16h – GREVE CONTINUA

14, setembro, 2016

Comando reafirmou que não irá discutir proposta rebaixada; Nova negociação está agendada para esta quinta-feira (15)

Intransigência e desrespeito. Essas são as palavras que definem o espírito que tem marcado a atuação da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) nas reuniões de negociação da campanha salarial da categoria bancária este ano. Nesta terça-feira (13), data em que a Greve Nacional dos Bancários entra no oitavo dia, a representante dos bancos não apresentou nova proposta e a rodada terminou mais uma vez sem avanços.

De acordo com Jeferson Boava, vice-presidente da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB-SP/MS), que integra a comissão de negociação com os bancos, o Comando Nacional dos Bancários reafirmou à Fenaban de que não irá avaliar proposta que reduza o poder de compra dos trabalhadores.

“Insistindo num modelo de negociação que resulte em perda de massa salarial aos trabalhadores, a Federação Nacional dos Bancos, não apresentou propostas hoje. O Comando reafirmou sua posição de que não aceitará discutir resposta rebaixada, que não contemple a reposição das perdas impostas aos trabalhadores pela inflação e também que é necessário avançar nas cláusulas econômicas e sociais. Dessa forma, a Fenaban deverá definir com os banqueiros um modelo que atenda nossas reivindicações e só então nos chamar novamente para conversar”, afirmou.

Paralisações

Nesta terça-feira, as paralisações na base da Federação atingiram 1.987 postos de trabalho. Por todo o país são mais de 11.000 entre agências e centros administrativo e a greve segue por tempo indeterminado, até que a Fenaban apresente proposta que satisfaça as necessidades da categoria.

Nova rodada

Mais uma rodada de negociação foi agendada para esta quinta-feira (15), às 16h, em São Paulo.

 

FONTE:FEEEB/SP

Greve nacional completa uma semana e bancários intensificam paralisação por proposta decente

13, setembro, 2016

Na base da Federação subiu para 1.911 os postos de trabalho paralisados; negociação com a Fenaban acontece na tarde desta terça-feira (13), em São Paulo

Nesta segunda-feira (12), sétimo dia da Greve Nacional dos Bancários, os trabalhadores mantiveram a mobilização forte e continuam intensificando a paralisação. Entre os sindicatos filiados à Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB-SP/MS), aumentou para 1.911 o número de postos de trabalho paralisados. A nível nacional, o número subiu para 11.531, entre agências e centros administrativos.

Negociação

Na tarde desta terça-feira (13), o Comando Nacional dos Bancários e Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) se reúnem novamente em São Paulo para mais uma rodada de negociação e a expectativa do movimento sindical e dos trabalhadores é de que a representante dos bancos apresente proposta satisfatória, pondo fim à greve, caso contrário, seguirão resistindo e intensificando a paralisação.

A greve, deflagrada em 06 de setembro por tempo indeterminado é uma resposta à proposta de reajuste desrespeitosa apresentada pela Fenaban no último dia 29, que previa um índice de 6,5% (abaixo da inflação de 9,57%), que imporia aos bancários uma perda de 2,8% e um abono de R$ 3 mil; na sexta-feira (09), a entidade patronal repetiu o modelo de negociação, oferecendo 7% e R$ 3,3 mil de abono, ou seja, um índice que representaria perda de 2,39% à categoria.

Principais reivindicações 

As principais reivindicações da categoria são: reposição da inflação do período mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial, PLR de três salários mais R$ 8.317,90, combate às metas abusivas, ao assédio moral e sexual, fim da terceirização e melhores condições de trabalho, com destaque para a defesa do emprego e também das empresas públicas.
FONTE: feeb/sp

NOVA RODADA COM A FENABAN DIA 13/09 – 14h

9, setembro, 2016

 

NOVA RODADA DE NEGOCIAÇÃO COM A FENABAN, ESTÁ

MARCADA PARA A PRÓXIMA 3af às 14:00h

TEMOS QUE MANTER A GREVE FORTE…

FENABAN FAZ NOVA PROPOSTA e reunião continua

9, setembro, 2016

A Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação CEBNN/
CONTEC acaba de receber nova
contraproposta dos bancos. A FENABAN ofereceu 7% de reajuste salarial, mais R$ 3,3 mil de abono e PLR
nos moldes da Convenção Coletiva de Trabalho 2015.
Conforme proposta da FENABAN, PLR será constituída da Regra Básica (90% do salário reajustado em
setembro/16 mais valor fixo R$ 2.163,31, limitado a R$ 11.605,13) e Parcela Adicional (2,2% de lucro
líquido apurado no exercício de 2016, dividido pelo número total de empregados eleitos em partes iguais no
limite de R$ 4.326,63).
A reunião prossegue em São Paulo.

Confira detalhes da nova proposta FENABAN:
Auxílio Cesta alimentação R$525,96
Auxílio creche/Babá (até 71 meses) R$422,33
Auxílio Creche/Babá (até 83 meses) R$361,30
Auxílio Funeral R$969,02
Deslocamento Noturno R$101,15
Indenização por Morte R$144.500,53
Requalificação Profissional R$1.444,18
Salário de Ingresso Portaria
(R$ 1.345,67); Escritório (R$1.928,65); e Caixa (R$ 2.432,36)

 

FONTE: FEEB/SP

Greve começa forte e Fenaban chama negociação

8, setembro, 2016

NEGOCIAÇÃO COM FENABAN E O COMANDO BANCÁRIOS- DIA 09 – 11:00 h

Na base da Federação, os bancários cruzaram os braços em 1.298 postos de trabalho; nacionalmente foram 7.359. Negociação com a representante dos bancos será nesta sexta-feira (9), em São Paulo

Começou forte a Greve Nacional dos Bancários, que teve início nesta terça-feira (06), paralisando agências de todo o país, contra a proposta rebaixada apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Na base da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB-SP/MS), sindicatos de Andradina, Araçatuba, Campinas, Franca, Guaratinguetá, Jaú, Marília, Piracicaba, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santos, São Carlos, São José dos Campos, São José do Rio Preto, Sorocaba, Tupã, Votuporanga, Corumbá (MS) e Três Lagoas (MS) paralisaram 1.298 postos de trabalho; nacionalmente foram 7.359, entre agências, centros administrativos, Central de Atendimento (CABB) e Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), evidenciando a mobilização e união da categoria em torno da luta por melhores condições de trabalho. Diante da força da mobilização, a Fenaban chamou uma nova rodada de negociação, que acontecerá nesta sexta-feira (09), às 11h, em São Paulo.

A paralisação da categoria é uma resposta à proposta de reajuste apresentada pela Fenaban no último dia 29, que prevê índice de 6,5%, abaixo da inflação de 9,57%, que imporia aos bancários uma perda de 2,8%, e abono de R$ 3 mil, e que seguirá por tempo indeterminado até que a Fenaban resolva apresentar proposta com índice digno e que atenda às necessidades da categoria.

“A greve dos bancários começou bastante forte, com os trabalhadores engajados e dando o recado de que não aceitaram a proposta rebaixada da Fenaban, que em função da grande mobilização, chamou o Comando Nacional dos Bancários de volta à mesa para negociar. Isso tudo é muito positivo, porém, o momento agora é de intensificar as paralisações, ampliando a greve, mostrando a resistência da categoria e sinalizando que só irá arrefecer quando vier uma proposta digna”, avalia Jeferson Boava, vice-presidente da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB-SP/MS).

Principais reivindicações 

As principais reivindicações da categoria são: reposição da inflação do período mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial, PLR de três salários mais R$ 8.317,90, combate às metas abusivas, ao assédio moral e sexual, fim da terceirização e melhores condições de trabalho, com destaque para a defesa do emprego e também das empresas públicas.

BB apresenta proposta final para equacionar deficit da Cassi

6, setembro, 2016

 

O Banco do Brasil apresentou ontem (5) a proposta final para equacionar o deficit da Cassi (Caixa de Assistência), durante rodada de negociação com as entidades representativas dos funcionários ativos e aposentados, realizada em Brasília. O BB melhorou a proposta apresentada na reunião anterior, que previa incremento de receitas de R$ 34 milhões mensais. O valor a ser investido a título de ressarcimento em programas de saúde vinculados ao Plano Associados da Cassi será de R$ 23 milhões mensais; além da contratação e pagamento das despesas com empresa especializada em consultoria, para desenvolver projetos na Cassi. Elisa Ferreira, que participou da negociação como representante da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB-SP/MS). “Temos hoje uma proposta, que será amplamente debatida com os associados. Aliás, este é o compromisso do Sindicato, que tem participado de todo o processo de negociação”, destaca Elisa.

A proposta integral é dividida em três etapas, sendo a primeira de Governança, Gestão e Operação, com desenvolvimento de projetos de melhoria e revisão de processos e sistemas; a segunda com investimentos de cerca de R$ 40 milhões mensais até dezembro de 2019, sendo 1% do salário ou benefício dos associados ativos, aposentados e pensionistas, R$ 23 milhões, em ressarcimento mensal extraordinário até dezembro de 2019, mais o pagamento da consultoria da parte do Banco do Brasil.

Já a terceira etapa, chamada de Acompanhamento dos Investimentos, prevê a prestação de contas trimestral dos projetos a serem desenvolvidos, a criação de uma nova estrutura de assessoramento ao Comitê de Auditoria (COAUD) e melhoria nos processos de recrutamento e seleção da Cassi, bem como a implementação de melhorias no sistema de avaliação de desempenho operacional de todas as áreas da Cassi.

Ao longo de 16 meses, a Comissão de Negociação trabalhou para construir consensos em torno da Cassi, dentre os quais o investimento no Modelo de Atenção Integral à Saúde através da Estratégica Saúde da Família; manutenção do princípio da solidariedade como premissa fundamental do Plano de Associados; corresponsabilidade entre BB e associados; e, ainda, a garantia de cobertura para ativos, aposentados, dependentes e pensionistas.

Durante as negociações foi feito acompanhamento dos recursos financeiros da Cassi e negociadas soluções de reforço de caixa, como a antecipação dos recursos do 13º, proposta ao BB, que fez com que os recursos disponíveis não fossem zerados.

Nos debates com o BB, após a apresentação da proposta, os representantes das entidades cobraram que o ponto de partida dos projetos a serem desenvolvidos sejam os projetos de ações estruturantes já debatidos na mesa de negociação e que a peça orçamentária da Cassi para o próximo exercício deverá prever a estimativa dos investimentos no Modelo de Estratégia Saúde da Família.

A proposta apresentada nesta segunda-feira (5) será avaliada pelas entidades (entre elas, vários sindicatos) que compõem a mesa de negociação e, em caso de concordância, será feito trâmite interno na Cassi e Banco do Brasil para encaminhar consulta aos associados.

AVISO DE GREVE

5, setembro, 2016

AVISO DE GREVE

 

SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS DE SÃO CARLOS, por seu Presidente, para cumprimento das exigências contidas na Lei nº 7.783/89, avisa a todas as Instituições Financeiras públicas e privadas, usuários de seus serviços e a população em geral, que os empregados pertencentes à categoria bancária, em assembleia realizada em 02/09/2016 deliberaram em paralisar suas atividades a partir da 00h00 do próximo dia 06/09/2016 por prazo indeterminado.

São Carlos, 02 de setembro de 2016

LAURIBERTO ANTONIO VIGANON

PRESIDENTE

Reunião de negociação do BANCO DO BRASIL

1, setembro, 2016

A Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação CEBNN/
CONTEC, com a participação das
Federações, Sindicatos e ASABB, esteve reunida hoje (30), em São Paulo, a partir das 17h, com a Comissão
de Negociação do Banco do Brasil, coordenada pela Gerente de Divisão da DIREF/COLET, Joselene Maria
Vizzotto, acompanhada do Dr. César José Dhein Hoefling (DIJUR).
Infelizmente, não houve evolução nas negociações, vez que o Banco se limitou a negar, praticamente todas as
cláusulas, de nossa Pauta de Reivindicações, exceto aquelas que ainda estão em estudo, que continuam
pendentes de resposta.
Foram recusadas as seguintes cláusulas: 49Cessão
de Dirigentes de Associações de Funcionários; 61Isonomia;
62Fundo de Assistência; 67Plano
de Carreiras e Remuneração (PCR); 69Da
Carreira Técnica
Profissional; 70Jornada
de Trabalho para os Advogados; 72Certificação
Interna de Conhecimento; 73Uso
de Celular nas agências; 74Política
de Saúde e Qualidade de Vida; 75Comitê
de Relações de Saúde; 80Procedimentos
em caso de assalto, sequestro e explosão de caixas eletrônicos; 81Comunicação
de acidentes de trabalho; 82Programa
de Assistência Médica; 83Incorporação
de Função; 84Novo Plano de Funções; 85Funcionários
Egressos de Bancos Incorporados; 87Jornada
de Trabalho; 88Monitoramento
de Resultados e Cobrança de Metas; 89Plano
de Carreira e Remuneração/PCR – Posto Efetivo; 90Trabalho
em Dia Não Útil; 91Ausência Abonada; 92Tesouraria;
93Verba Aperfeiçoamento; 94Preenchimento
de Vagas de Caixa Executivo; 96Aporte
de Recursos para a Cassi; 97Computo
de Intervalo Compulsório na Jornada de Trabalho; 98Programa
“PDG”; 99Remuneração Avançada; 100Adicional
de Fronteira; 101Isonomia dos Profissionais da Carreira Técnica; 102Carreira
Técnica; 103Atualização da Verba de Viagem; 104Reenquadramento
– Assistente “B”; 105Auxílio Funeral; 106Comissão
Sobre Venda de Produtos; 107Proibição
da Guarda das Chaves e Acionadores de Alarmes; 108Curtir
Compartilhar 0 Proibição de Transporte de Numerário por Bancários; 109Agências
Reclassificadas; 110Programa de Segurança – Atendimento; 111Prevenção
de Segurança; 112 Transexual e 113Bolsas de Estudo.
O Banco continua estudando as seguintes cláusulas: 17Auxílio
Filhos e Dependentes Econômicos
Portadores de Deficiência Permanentes e Incapazes; 20Ausências
Autorizadas; 23Indenização por Morte
ou Invalidez Decorrente de Assalto (quanto ao valor); 34Horário
para Amamentação; 40Folgas; 50Representante
Sindical de Base; 54Comissão de Negociação; 60Cédulas Falsas; 86Vale
Cultura e 107Proibição da Guarda das Chaves e Acionadores de Alarmes.
Até agora, o Banco do Brasil concordou, com a instalação de apenas duas mesas temáticas: uma sobre saúde e a outra sobre prevenção de conflitos.
AVALIAÇÃO:
A mesa da CONTEC, se sentiu frustrada com as respostas da direção da Empresa, em razão de a mesma ter
vindo para essa negociação sem apresentar proposta global, se limitando a negar grande parte das nossas
reivindicações e adiar as respostas de outras (em estudo). Nova rodada será agendada em data futura,
entretanto, ainda sem previsão.
Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação CEBNN/
CONTEC