Promoção por mérito na Caixa

12, janeiro, 2016

Comissão Executiva dos Empregados cobra informação sobre percentual de trabalhadores que ganharão delta correspondente a reajuste de 2,33% no Plano de Cargos e Salários

São Paulo – Uma das principais conquistas dos trabalhadores da Caixa Federal, a promoção por mérito, será paga pela direção do banco público até 20 de janeiro. A informação foi passada à Comissão Executiva dos Empregados que cobrou da instituição financeira a informação sobre qual percentual de trabalhadores farão jus a um ou dois deltas e quantos não serão contemplados.

Francisco Pugliesi, diretor do Sindicato, destaca que essa promoção é fruto de longo processo de negociação com a Caixa Federal e, a cada ano, busca-se o aprimoramento para que cada vez mais pessoas sejam contempladas. “Cada delta corresponde a reajuste de 2,33% no Plano de Cargos e Salários. São pagos no máximo dois deltas. Reajuste que não sofre desconto do que foi conquistado na Campanha 2015.”

As regras acordadas pelo movimento sindical e a direção da Caixa para obtenção dos deltas são baseadas em critérios objetivos e subjetivos: tem direito a um delta quem atinge 40 pontos.

Os critérios objetivos são distribuídos da seguinte forma: 20 pela conclusão de 30 horas anuais de módulos da Universidade Caixa, cinco pontos pela participação no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) e outros 15 pontos para a frequência medida pelo Sistema de Ponto Eletrônico (Sipon).

Já os critérios subjetivos contam 20 pontos. Nesse caso cada empregado indica de dois a oito empregados da unidade (preferencialmente da sua equipe) que atenderam aos critérios de avaliação como relacionamento no ambiente de trabalho e contribuição para a solução de problemas. O número de indicações varia em função do tamanho do setor, e a distribuição dos 20 pontos vai variar em função do número de indicações recebidas.

Serão contabilizados ainda 10 pontos extras para o empregado que fez cursos para seu autodesenvolvimento.
Fonte SEEB/SP

 

Banco do Brasil apresenta reestruturação na área de serviços e infraestrutura

12, janeiro, 2016

Sindicatos reivindicam prorrogação dos prazos, manutenção
de praça e remuneração dos funcionários envolvidos

O Banco do Brasil apresentou ontem (7) aos sindicatos, durante reunião em Brasília, a reestruturação na VISIN (Vice-Presidência de Serviços, Infraestrutura e Operações), com a criação de sete novos centros e centralização de serviços. A reestruturação envolve as principais localidades onde já existem os grandes centros de serviços e logística e, praticamente, todos os locais com plataformas PSO. O Secretário Geral da FEEB-SP/MS, Jeferson Boava, participou da reunião.

O BB informou que serão criados diversos cargos. Porém, haverá movimentação de pessoal em várias localidades; as praças mais atingidas serão: Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Nesta sexta-feira (8) o modelo de reestruturação será apresentado aos funcionários. Segundo o cronograma, a implantação deve ocorrer já neste mês de janeiro. E no sistema ARH será disponibilizado o quadro real de aumento ou redução de vagas em cada praça.

Os sindicatos solicitaram ao BB a prorrogação dos prazos, a apresentação de números mais detalhados de cada praça, a garantia de manutenção de praça e remuneração aos funcionários envolvidos, com critério claros nas movimentações e o aproveitamento prioritário nas vagas de ascensão profissional. Os sindicatos solicitaram também que, após a rodada de movimentações, caso não haja aproveitamento e realocação total em cada praça, seja implantado VCP de reestruturação com prazo mínimo de um ano.

Os sindicatos solicitaram ainda uma nova reunião no dia 20 de janeiro para avaliação do processo e apresentação da real necessidade de movimentações em cada praça.

Fonte: Contraf-CUT
Foto: Agnaldo Ferreira de Azevedo (Guina)

Vale-cultura

4, janeiro, 2016

Bancários têm direito a vale-cultura

São 50 reais por mês para aquisição de bens culturais como livros, instrumentos musicais e ingressos de cinema, espetáculos de dança

A categoria bancária foi a primeira a conquistar, em Convenção Coletiva de Trabalho na Campanha Nacional Unificada 2013, o direito ao vale-cultura. O programa de incentivo à aquisição de produtos culturais do governo federal está previsto na cláusula 66ª, da CCT, e começou a ser pago em 2014 aos que ganham até cinco salários mínimos. Os interessados devem procurar o RH do banco para requerer o direito.

Dois anos após seu início, o vale já beneficiou mais de 445 mil trabalhadores, segundo dados divulgados pelo Ministério da Cultura.  São R$ 50 mensais para serem utilizados em todos os campos da cultura e da arte: exposições, cinemas, espetáculos de dança, shows, cursos e até a compra de instrumentos musicais.

Ao todo, R$ 198 milhões foram gastos desde janeiro de 2014. A aquisição de livros e revistas ocupa o primeiro lugar na preferência dos usuários. O vale é acumulativo e seus créditos não tem data limite para a utilização.

O programa – O cartão do vale-cultura pode ser oferecido por empresas e entidades com personalidade jurídica, para trabalhadores com carteira assinada. Para isso, basta o empregador aderir ao Programa Cultura do Trabalhador, do Ministério da Cultura, e escolher uma operadora.

Em contrapartida, as empresas têm isenção do governo federal de encargos sobre o valor do benefício concedido, além de poder abater as despesas no imposto de renda em até 1% do valor devido. O cartão magnético é pré-pago no valor de R$ 50 mensais e válido em todo território nacional.

Para o trabalhador que recebe até cinco salários mínimos, o desconto em folha de pagamento é opcional pela empresa empregadora e de, no máximo, 10% do valor do benefício. Ou seja, o desconto máximo é de R$ 5. Quem ganha até um salário paga R$ 1. Acima de um e até dois salários, o desconto é de R$ 2. Acima de dois até três, R$ 3. Acima de três até quatro, R$ 4. Acima de quatro até cinco, R$ 5.

fonte;SEEB/SP

BANCO DO BRASIL – CASSI

16, dezembro, 2015

 

Sindicatos debatem propostas para sustentabilidade da Cassi

 

As discussões foram no sentido da manutenção dos programas de saúde realizados pela Cassi e também de que o contingenciamento não interfira no atendimento.

 

Os participantes referendaram as propostas apresentadas pelas entidades, dentre elas, a Federação, na última rodada de negociação, que são:

 

– Manutenção das atuais coberturas do Plano de Associados para todos os participantes (ativos, aposentados, pensionistas, e dependentes);

 

– Aperfeiçoamento e integração dos modelos e processos de negociação e regulação;

 

– Garantia de acesso ao Modelo de Atenção Integral à Saúde com a Estratégia Saúde da Família para todos os participantes do Plano de Associados;

 

– Investimento de R$150 milhões, exclusivamente pelo BB, para viabilizar os projetos-piloto Estratégia Saúde da Família;

 

– Garantia estatutária proporcionalidade contributiva de 1 (participante) x 1,5 (BB);

 

– Debate sobre o custeio da Cassi, que contemple a capacidade de pagamento de despesas e a recomposição de reservas;

 

– Manutenção da solidariedade como regime de custeio;

 

– Garantia estatutária de reavaliação periódica de custeio;

 

– Manutenção do compartilhamento da gestão;

 

– Compartilhamento da responsabilidade pelos eventuais déficits, na proporção das contribuições de participantes e BB.

 

Serão encaminhadas ainda, para debate, as propostas abaixo, extraídas da reunião de hoje:

 

– Nesse momento, não há concordância no aumento do custeio;

– Antecipação de seis meses de contribuição patronal, atrelado ao prazo retorno do projeto a ser implementado na Cassi de atenção integral à saúde.

 

A próxima rodada de negociação será no próximo dia 21/12 (segunda-feira) às 14h, em Brasília.

 

Boava avalia que o acompanhamento e discussão sobre o futuro da CASSI têm sido bastante positivos, porém, a questão da sustentabilidade continua urgente.

 

“Discutir a gestão foi um ponto positivo, o que permitiu que as reservas técnicas, cujo término estava previsto para março de 2015, fossem mantidas até março de 2016. No entanto, a discussão sobre a sustentabilidade da instituição ainda é uma questão bastante urgente”, explica.

 

fonte: FEEB/SP

SINDICATO GANHA AÇÃO CONTRA BB –

24, novembro, 2015

APÓS 23 ANOS, O SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE SÃO CARLOS

GANHOU AÇÃO CONTRA O BANCO DO BRASIL – ag. 0295 – SÃO CARLOS

                                                  PLANO COLLOR – 1992

O PAGAMENTO  AOS FUNCIONÁRIOS, SERÁ ATRAVÉS DA PRÓPRIA AGENCIA;

SE VOCÊ ERA FUNCIONÁRIO DO BANCO E SÓCIO DO SINDICATO EM 1992, e, CONSTAR DA LISTAGEM DOS BENEFICIÁRIOS, O CRÉDITO SERÁ FEITO NA SUA CONTA CORRENTE NOS PRÓXIMOS DIAS….

SINDICATO BANCÁRIOS SÃO CARLOS E REGIÃO

 

 

Sindicato retoma CCV de 7ª e 8ª horas com BB

20, novembro, 2015

Reuniões são exclusivas para assistentes e analistas. Interessados devem entregar documentos no Sindicato (termo de solicitação CCV)

 O Sindicato vai retomar a Comissão de Conciliação Voluntária (CCV) relativas às 7ª e 8ª horas com o Banco do Brasil. Esse fórum estava suspenso desde outubro devido à Campanha Nacional Unificada 2015.

A CCV é exclusiva para assistentes e analistas e os interessados devem se dirigir à sede do Sindicato, Rua 13 de maio, 2206

O que é – A CCV é um fórum que reúne funcionário, representante do Sindicato e da instituição financeira para discutir pendências sem a necessidade de recorrer à Justiça para resolvê-las.

 

Sem contratar, Caixa segue líder de reclamações

18, novembro, 2015

Banco público lidera ranking de queixas de clientes pelo quarto mês seguido e prejudica concursados, empregados e população ao não convocar novos funcionários

São Paulo – A luta dos trabalhadores da Caixa por mais contratações, com a campanha Mais Empregados Para a Caixa, Mais Caixa Para o Brasil, segue firme e forte. Em todos os atos realizados em agências, os bancários recebem enorme apoio da população. E não é para menos. Pelo quarto mês consecutivo, o banco público lidera o ranking de reclamações do Banco Central.

Em outubro, o BC recebeu 842 reclamações consideradas procedentes contra a Caixa. O levantamento aponta que a maioria das queixas (355) está relacionada com “irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito”.

“A responsabilidade por tamanha insatisfação é toda da direção da Caixa. Os empregados estão extremamente sobrecarregados. A população é atingida diretamente com a demora no atendimento e também com outros problemas, conforme reclamações. Contratar mais bancários acarretaria na melhora dos serviços prestados aos clientes”, destaca o diretor executivo do Sindicato e integrante da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa Dionísio Reis.

“É importante também destacar que a Caixa possui um fluxo grande de usuários porque presta serviços que outros bancos não oferecem. Um exemplo disso é a operacionalização de programas sociais como o Bolsa Família e o FIES. Mais empregados para a Caixa também significa fortalecer esse papel fundamental que o banco público tem para o desenvolvimento do país”, acrescenta.

Concurso público – Em 2014, a Caixa realizou um dos maiores concursos públicos de sua história, com a aprovação de 32.879 candidatos. Até agora, apenas 3.182 foram convocados (9,67% do total) e apenas 2.482 admitidos (7,54% do total). Atualmente, em média, são 23 empregados trabalhando em cada unidade do banco, a pior situação desde 2003.

Ranking do Banco Central – Para fazer o ranking, as reclamações são divididas pelo número de clientes da instituição financeira que originou a demanda e multiplicadas por 1 milhão. Assim, é gerado o índice, que representa o número de reclamações de cada instituição financeira para cada grupo de 1 milhão de clientes.

No caso da Caixa, o índice ficou em 11,09. Em seguida, vem o Bradesco, com índice em 9,19. Em terceiro lugar ficou o Itaú, com 7,16. Logo depois vem o HSBC, com 6,54, seguido pelo Santander, com 6,34, e pelo BB, com 5,11. No ranking estão as instituições financeiras com mais de 2 milhões de clientes.

FONTE: SEEB SP

 

Centrais sindicais lançam campanha pela Convenção 156

18, novembro, 2015

 Centrais sindicais lançam campanha pela Convenção 156

16/11/2015

A União Geral dos Trabalhadores (UGT) e as centrais: CTB, CUT, Força Sindical e Nova Central lançaram na última quinta-feira, (12), em Brasília a campanha pela ratificação da Convenção 156, que trata da igualdade de gênero nas relações de trabalho. Na ocasião também foram celebrados os 20 anos da Conferência Mundial sobre A Mulher de Pequim. “É de suma importância que o Brasil ratifique e cumpra essa Convenção, porque fala da igualdade para as mulheres. Só na categoria comerciária, somos 70%, sendo 40% dessas mulheres responsáveis por todos os lares”, destaca Regina Pessoti, secretária nacional da Mulher da UGT.

O Fórum Nacional das Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais se reuniu em audiência pública conduzida pela deputada Jô Moraes, na Câmara dos Deputados, que pontuou a importância dessa Convenção para o Brasil. “Não temos dúvidas de que a questão da mulher seja uma luta, uma pauta universal, que nós (a Comissão) podemos assumir”, declara a deputada.

A Convenção 156 feita pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) estabelece, entre outros benefícios, proteção aos trabalhadores de ambos os sexos que tenham sob sua responsabilidade filhos ou filhas dependentes ou membro da família que precisem de cuidados ou apoio. A OIT reivindica que o governo se comprometa formalmente em implementar políticas públicas para que pessoas que necessitam de cuidados não fiquem sob total responsabilidade das famílias e, em particular, das mulheres.

Para Regina, a presença de todas as centrais teve um peso importante para a importância dessa ratificação, que vai servir de modelo para toda a América. “Em se tratando de mão de obra produtiva, e ser mulher, é importante que as centrais atuem juntas. Temos que trabalhar bastante. Foi proposto marcar uma outra audiência pública, agora só para trabalhar a 156”, informa a secretária.

Fonte: UGT

SANTANDER ANTECIPA PAGAMENTOS NOV E DEZ

17, novembro, 2015

Santander antecipa pagamentos nos meses de novembro e dezembro

 

Neste mês de novembro, o pagamento será antecipado para o 19, em função do feriado da Consciência Negra em algumas cidades do País; Em dezembro, ocorrerá no dia 15, tendo em vista as festas de final de ano

 

O Banco Santander informou nesta segunda-feira (16), que irá adiantar o pagamento do salário dos trabalhadores neste mês para o próximo dia 19 (quinta-feira), devido ao Dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de Novembro, considerado feriado em algumas cidades do País.  Nesta data, também será creditada, a segunda parcela do 13º salário de 2015.

 

No mês dezembro, o pagamento do salário, bem como, dos vales alimentação e refeição serão antecipados para o dia 15.

 

Veja quando vem a PLR e as diferenças

12, novembro, 2015

 

                                 DATAS CREDITOS:

 

BANCOS                              PLR                        DIFERENÇAS

 

BANCO DO BRASIL          03/11                    ATÉ 20/11

CEF                                       06/11                    ATÉ 20/11

BRADESCO                         10/11                    VALE26/11-SAL 27/11

SANTANDER                      12/11                    19/11

ITAÚ                                     12/11                    27/11

HSBC                                    13/11                    SAL 27/11 – VALE 30/11

De acordo com a Convenção Coletiva de Trabalho, todos têm de pagar a antecipação da PLR até 13 de novembro. No caso do Itaú, os trabalhadores também devem receber, até essa data, o Programa Complementar de Resultado (PCR).

E no do HSBC, cuja PLR será irrisória, foi conquistada gratificação de R$ 3 mil em negociação pelo Comando Nacional dos Bancários. O valor será pago aos funcionários entre os níveis 13 e 24, excetuados os níveis de gestão que têm direito a PPR. Segundo o HSBC, 71% dos bancários receberão os R$ 3 mil.

Quando vem – Os primeiros a receber a PLR foram os funcionários do Banco do Brasil, na terça-feira 3, pouco depois das assinaturas da Convenção Coletiva de Trabalho e do acordo aditivo específico. O acerto das diferenças ocorre até 20 de novembro.

Na Caixa, a PLR caiu em 6 de novembro e as diferenças vêm até 20 de novembro.

Bradesco pagou no dia 10 de novembro a antecipação da Participação nos Lucros de Resultados e o valor adicional. Sobre as diferenças, a nos vales será paga em 26 de novembro. Nos salarios, no dia 27. O banco informou, ainda, que pagará a 13ª cesta no dia 26.

Já no Santander, PLR e adicional serão pagos em 12 de novembro e, no dia 19, creditadas as diferenças.

Itaú paga a PLR – e o PCR – no mesmo dia 12 de novembro e as diferenças no dia 27 de novembro.

HSBC irá pagar PLR e gratificação no dia 13 de novembro. No dia 27 pagará as diferenças salariais. As diferenças dos vales serão creditadas no último dia útil do mês.

PLR dos privados – Nos bancos privados, o que vem da PLR agora é antecipação da regra básica, ou seja, 54% do salário, mais fixo de R$ 1.213,07, limitado a R$ 6.507,55 e ao teto de 12,8% do lucro líquido do banco (o que ocorrer primeiro) apurado no primeiro semestre deste ano. Isso somado à regra adicional: 2,2% do lucro líquido do primeiro semestre, dividido igualmente entre os trabalhadores, com teto de R$ 2.021,79.
Caixa – Na Caixa, a PLR é composta pela regra básica da Fenaban – 90% do salário reajustado em 10% mais R$ 2.021,79, limitado a R$ 10.845,92 – mais adicional de 2,2% do lucro líquido divididos igualmente entre os bancários limitado a R$ 4.043,58, acrescidos da PLR Social (4% do lucro líquido distribuídos de forma linear entre os trabalhadores). O que vem agora equivale a 60% desse total.

Banco do Brasil – O valor no BB a ser pago agora corresponde à distribuição linear de 4% do lucro líquido semestral entre todos os trabalhadores, além dos módulos bônus e Fenaban. Os totais a serem pagos são: escriturário, R$ 4.952,94; caixa, R$ 5.420,74; 1º gestor, 1,86 salário; comissionado, 1,48 salário; gerência média, 1,56 salário e assessores, 1,59 salário.

Segunda parcela – Os valores da segunda parcela serão pagos em 2016, após a aferição completa do lucro deste ano. A data limite, prevista na CCT, é 1º de março.

PLR sem IR – Os trabalhadores conquistaram isenção ou descontos menores do imposto de renda sobre a PLR, medida que passou a valer em 2013. Assim, com a correção da tabela do IR, os bancários que ganham até R$ 6.677,55 de PLR estão totalmente livres do imposto.