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Comando Nacional defende PLR maior e cobra proposta decente dos bancos

12, setembro, 2014

Bancos ficaram de apresentar proposta global provavelmente no dia 19

No encerramento da quarta rodada de negociação da Campanha 2014 com a Fenaban, o Comando Nacional dos Bancários defendeu nesta quinta-feira 11 a reivindicação de PLR equivalente a três salários mais parcela adicional de R$ 6.247,26, o que significa uma mudança na fórmula de cálculo do modelo atual, que simplifica e recompensa de forma mais justa para os trabalhadores o aumento dos lucros dos bancos. A exemplo do que ocorreu nas rodadas anteriores, os negociadores da Fenaban disseram que vão discutir o tema com os presidentes dos bancos e o incluirão na proposta global que apresentarão ao Comando na próxima semana, provavelmente na sexta-feira 19.

Antes disso, serão realizadas mais duas rodadas de negociação. Na terça-feira 16, os bancos apresentarão o resultado do II Censo da Diversidade, realizado entre 17 de março e 9 de maio deste ano, seguido da discussão dos dados solicitados sobre os afastamentos de bancários no trabalho. E na quarta-feira, 17, serão retomados os debates dos temas pendentes sobre saúde e condições de trabalho, emprego, segurança bancária e igualdade de oportunidades.

O II Censo da Diversidade foi uma conquista dos bancários na Campanha Nacional 2012. Ele agora permitirá verificar o que mudou e o que não avançou em termos de igualdade de oportunidades para os bancários e as bancárias desde 2008, quando foi realizado o I Censo.

Participação mais justa nos lucros

Na mesa de negociação desta quinta-feira, o Comando Nacional defendeu a reivindicação de um novo modelo de PLR (três salários de cada bancário mais valor fixo de R$ 6.247,26) por considerar que a atual fórmula é muito complexa, pouco transparente e não remunera os bancários de forma adequada. A PLR foi uma conquista da campanha de 1995.

O Comando propôs ainda que o pagamento da PLR não deve ser compensado com os programas próprios de remuneração variável dos bancos.

Os negociadores da Fenaban defenderam o atual modelo de PLR, mas disseram que a reivindicação dos bancários será levada aos presidentes dos bancos e trarão a resposta junto com a proposta global que apresentarão ao Comando, provavelmente na sexta-feira que vem, 19.

fonte:FEEB?SP

CAMPANHA SALARIAL

11, setembro, 2014

Bancos não apresentaram proposta de índice

Valores só serão anunciados quando Fenaban trouxer proposta global. Continuação do calendário será estabelecida na rodada de negociação que continua nesta quinta-feira

São Paulo – O Comando Nacional dos Bancários e a federação dos bancos (Fenaban) voltaram à mesa de negociação para debater as reivindicações de remuneração da Campanha Nacional Unificada 2014. Nenhum número foi apresentado pelos negociadores das instituições financeiras. Valores, de acordo com a Fenaban, só serão anunciados quando trouxerem para a mesa uma proposta global.

A rodada continua na quinta-feira 11 com o debate sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e a definição do calendário para as próximas reuniões. Ainda estão pendentes questões sobre saúde, segurança e igualdade de oportunidades.

Reajuste – Os representantes dos bancários deixaram claro para os bancos que essa reivindicação é fundamental para a categoria.

A Fenaban informou que este ponto será debatido com os bancos na tentativa de buscar caminho sem conflito, mas reclamou de haver aumento real todo ano. “Só não haverá conflito se as reivindicações forem atendidas”, salienta a presidenta do Sindicato. “Se repetirem a postura dos anos anteriores, vão levar os bancários ao embate.”

14º salário – A Fenaban informou achar muito estranha a reivindicação do 14º salário e que isso não vai prosperar. Para os bancários, no entanto, essa demanda é muito importante: 69% dos trabalhadores que responderam a consulta feita pelo Sindicato consideram a conquista do 14º salário uma prioridade. Mas para os bancos, a categoria tem “salários e benefícios bem significativos”. Juvandia rebate: “significativos são os lucros dos bancos, o que tiram da sociedade, a pressão que os bancários sofrem. Vamos insistir em garantir essa nova conquista”.

Salário de ingresso – O Comando cobrou o aumento do piso do 1º comissionado, mas os bancos negam e querem debater a mudança de jornada desses bancários para oito horas, o que para os trabalhadores é inaceitável.

Isonomia – O Comando cobrou respeito dos bancos à Convenção 100 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que determina a igualdade de remuneração entre a mão-de-obra masculina e a feminina em trabalho de valor igual.

Para a Fenaban, se está na lei não há razão para colocar na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Afirmam, ainda, que as instituições financeiras já cumprem, e negam que mulheres, por exemplo, tenham salário menor. Confrontados com dados que mostram o oposto, os negociadores da Fenaban alegam que isso acontece porque as trabalhadoras têm menos tempo de casa. O Comando respondeu com os números da Rais (Relação Anual de Informações Sociais, do Ministério do Trabalho): as mulheres têm em média seis meses menos de banco que os homens, o que não justificaria a diferença salarial.

“Há um problema claro de gestão nos bancos, que não dá igualdade de oportunidades para seus empregados. As mulheres geralmente têm mais tempo de estudo que os homens, mas enfrentam dificuldades de ascensão. Estão praticamente excluídas dos cargos de diretoria e ganham em média 24% menos. Há discriminação na hora de promover a mulher”, explica Juvandia. “Também é comum ver nos bancos pessoas na mesma função com salários diferentes ou que não recebem promoção. Por isso, queremos colocar na CCT o respeito à norma da OIT que estabelece salário igual para trabalho de igual valor.”

Férias – Os bancários querem o parcelamento do adiantamento de férias em dez parcelas iguais e sem juros. A Fenaban ficou de levar o debate aos bancos.

VA e VR – O Comando informou aos bancos sobre a inflação maior para a alimentação fora de casa (em torno de 10,3%) e cobrou aumento para os vales alimentação e refeição. “Antes do final do mês, os bancários já estão gastando do salário para comer”, reforça a presidenta do Sindicato. A Fenaban informou que a reivindicação será debatida. Os bancos, no entanto, não querem tratar da 13ª cesta-refeição, sob alegação de que os bancários não vão comer duas vezes em função de ser final de ano.

Creche – Os bancos voltaram a dizer que o valor trata apenas de um auxílio para custear a creche ou a babá, mas ficaram de levar a reivindicação da categoria de pagamento de R$ 724 mensais (salário mínimo nacional). A Fenaban informou, ainda, que quer alterar a redação desta cláusula na CCT, colocando prazo de 30 dias para entrega do comprovante dos gastos com auxílio-creche/babá.

Auxílio-educação – Não há consenso entre os bancos sobre os critérios ou os valores para pagamento de auxílio-educação para todos os bancários. O Comando cobrou que o debate seja feito, lembrando que todas as grandes instituições – exceto o Bradesco – já pagam e o custo é pequeno.

Vale-cultura – Importante conquista da Campanha Nacional Unificada 2013, os bancários reivindicam a extensão do pagamento do vale-cultura para todos. A posição dos bancos é de manter somente o que está previsto pela lei: o pagamento de R$ 50 para quem ganha até cinco salários mínimos. O Comando cobrou que esse debate seja retomado.

fonte: FEEB/SP

5, setembro, 2014

Fenaban não tem contraproposta

para emprego e remuneração

 

A Fenaban não apresentou nenhuma contraproposta referente aos temas Emprego e Remuneração, no segundo dia da terceira rodada de negociação com o Comando Nacional dos Bancários, realizado no dia 4 deste mês de setembro. O discurso dos bancos foi o mesmo das rodadas anteriores quando se discutiu Saúde, Condições de Trabalho, Segurança Bancária e Igualdade de Oportunidades. Nos dias 10 e 11 deste mês de setembro acontece a quarta rodada; na pauta, índice de reajuste e PLR.

Garantia de emprego

Estudo do Dieese com base no Caged do Ministério do Trabalho e Emprego mostra que os bancos múltiplos fecharam mais de 5 mil postos de trabalho entre janeiro e julho de 2014, além de 23 mil desligamentos, dos quais 63% foram demissões sem justa causa.

O Comando reivindicou garantia de emprego e fim das demissões imotivadas (Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho/OIT). “Os representantes dos bancos, no entanto, disseram que a garantia de emprego não pode figurar na Convenção Coletiva, pois engessaria as politicas de cada instituição. E mais: segundo a Fenaban, as demissões de bancários são ‘irrisórias, ajustes pontuais’, promovidas com ‘muita responsabilidade’. O que beira a provocação, destaca o secretário-geral da Federação dos Bancários de SP e MS e integrante do Comando, Jeferson Boava.

A Fenaban também não concorda com a jornada de 5h por dia, Plano de Cargos e Salários e abono-assiduidade de cinco dias (o acordo de 2013 prevê um dia). Quanto ao salário de ingresso de R$ 2.979,29 para escriturário, equivalente ao salário mínimo calculado pelo Dieese, que impacta nos pisos de caixas, comissionados e primeiro gerente, a Fenaban se comprometeu em apresentar uma contraproposta durante o processo de negociação. No que se refere a criação de uma comissão sobre mudanças tecnológicas, os bancos fizeram a mesma proposta do ano passado; ou seja, realização de um seminário. Em resumo, enrolação total.

 

fonte:  FEEB / SP

CAMPANHA SALARIAL 2014

11, agosto, 2014

Principais reivindicações dos bancários

> Reajuste salarial de 12,5%.

> PLR: três salários mais R$ 6.247.

> Piso: R$ 2.979,25 (equivalente ao salário mínimo do Dieese em valores de junho último).

> Vales alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 724,00 ao mês para cada (salário mínimo nacional).

> Melhores condições de trabalho com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoecem os bancários.

> Emprego: fim das demissões, mais contratações, aumento da inclusão bancária, fim da rotatividade, combate às terceirizações diante dos riscos de aprovação do PL 4330 na Câmara Federal, do PLS 087 no Senado e do julgamento de Recurso Extraordinário com Repercussão Geral no STF. Além da aprovação da Convenção 158 da OIT, que proíbe as dispensas imotivadas. Veja aqui a Carta de Atibaia, manifesto dos bancários contra a terceirização aprovado pela Conferência.

> Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS): para todos os bancários;

> Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós.

> Prevenção contra assaltos e sequestros. Cumprimento da Lei 7.102/83 que exige plano de segurança em agências e PABs, garantindo pelo menos dois vigilantes durante todo o horário de funcionamento dos bancos. Instalação de portas giratórias com detector de metais na entrada das áreas de autoatendimento das agências. Fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários.

> Igualdade de oportunidades para todos, pondo fim às discriminações nos salários e na ascensão profissional de mulheres, negros, gays, lésbicas, transsexuais e pessoas com deficiência (PCDs).

FONTE: feeb/sp

CONFERÊNCIA NACIONAL

24, julho, 2014

Interestadual define prioridades para a Conferência Nacional

Aumento real e garantia de nível de emprego são itens prioritários

A plenária final da Conferência Interestadual da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul aprovou nesta sexta-feira, dia 30, as prioridades dos sindicatos filiados relativas a emprego, remuneração, saúde, condições de trabalho, segurança e estratégias e táticas de campanha para a Conferência Nacional da categoria, que acontece entre os dias 25 e 27 de julho, em São Paulo. Participaram da Interestadual, realizada em Itanhaém nos dias 29 e 30 de maio, 200 delegados (153 homens e 47 mulheres).

Entre os itens aprovados, estão defesa e manutenção do nível de emprego; permanecer com a estratégia do aumento real; combate às formas de precarização do atendimento como horário estendido e agências de negócios; combate às metas abusivas, que causam adoecimento e estresse na categoria e ampliação do projeto-piloto de segurança, conquistado na Campanha de 2012, para todo o território nacional, com melhorias em relação ao fim da guarda de chaves, vidro blindado nas fachadas dos bancos, porta com detector de metal antes do autoatendimento, filmagens interna e externa em alta resolução e fim das tarifas (Doc e Ted). Além disso, fortalecer junto as centrais a discussão da ratificação da Convenção 158 da OIT, que proíbe as demissões imotivadas, e manter a luta contra o PL 4330, da terceirização.

Os delegados discutiram ainda modelo de PLR, cujas propostas serão remetidas ao GT de PLR do Comando Nacional dos Bancários e aprovaram um protocolo de venda responsável, com o objetivo de garantir aos bancários uma vida laboral ética e saudável. Confira abaixo a íntegra:

PROTOCOLO DE VENDA RESPONSAVEL COM CONDIÇÕES DE TRABALHO

Para garantir aos seus empregados uma vida laboral ética e saudável é necessário que a política de comercialização de produtos e serviços atenda aos seguintes requisitos:

a) As instituições devem orientar seus empregados a informar os clientes com imparcialidade e rigor sobre os diversos produtos e serviços, explicando os aspectos relevantes e advertindo sobre os riscos, gastos e taxas administrativas aplicadas, desta forma, evitando a contratação com o único fim de cumprir metas, sem o interesse efetivo do cliente. As vendas realizadas por telefone serao efetivadas somente com gravação e assinatura eletronica do cliente. Nesse sentido, as campanhas diárias, focadas em um único produto, não atendem as premissas acima e devem ser extintas como estratégia de comercialização;

b) As instituições financeiras se comprometem a realizar ações de formação, durante horario de trabalho, que facilitem o desenvolvimento de habilidades, conhecimentos e competências de seus empregados, orientados principalmente para a gestão do risco, a qualidade do serviço ao cliente e o conhecimento de seus produtos.

c) O estabelecimento de volumes e portfolios de produtos e serviços a serem comercializados deve respeitar as especificidades do mercado local e da infraestrutura de cada unidade (porte, número de funcionários, etc.). Deve contar com a participação dos trabalhadores em cada unidade de trabalho na sua construção, uma vez que são estes os que melhor conhecem tais especificidades. As metas deverão ser adequadas nas hipóteses de afastamentos, licenças, férias, ausências e dotação incompleta. A revisão só poderá ser feita após o término do período acordado.

d) Entendendo que a integridade física e psicológica do trabalhador é peça chave para a realização dos objetivos da empresa, o acompanhamento dos resultados deve:

I. Ser auferido coletivamente;

II. Ser realizado exclusivamente no horário de trabalho;

III. Acontecer apenas através de canais corporativos, nunca pelos endereços eletrônicos particulares; e

e) Obedecer a princípios éticos e legais, promovendo o respeito à diversidade, à cooperação e ao trabalho em equipe. A cordialidade e a civilidade devem ser regra.

fonte: FEEB/SP

 

PCR ITAÚ

24, julho, 2014

Itaú paga PCR de R$ 2.080 em 2014

Crédito do Programa Complementar de Remuneração será após a assinatura da CCT

Acordo específico assinado entre o Itaú e as entidades sindicais em 2013, válido por dois anos, garante pagamento linear do Programa Completar de Remuneração (PCR) a todos os empregados no valor de R$ 2.080,00. O reajuste é de 6,67% em relação ao valor pago em 2013 (R$ 1.950).

O pagamento de 2014 ocorre junto com a primeira parcela da PLR, normalmente creditada em 10 dias após a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).

Para o representante da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP/MS) na COE, Mauri Sergio, o acordo conquistado em 2013 é uma grande conquista, uma vez que não discrimina os trabalhadores e universaliza o benefício. Mauri lembra ainda que junto com o acordo de PCR, os funcionários garantiram também 5.500 bolsas de estudo.

“Vale lembrar que o PCR não tem desconto da Participação nos Lucros e Resultados a ser conquistada na Campanha 2014, como ocorre com outros programas próprios de remuneração, como o Agir”, ressalta Mauri.

fonte: FEEB-SP

SANTANDER ANTECIPA 13º SAL NO MÊS MARÇO

20, março, 2014

Santander antecipa primeira parcela do 13º salário na folha de março

14/03/2014

 

 

O Santander vai pagar na folha de março, que será creditada na próxima quinta-feira (20), a primeira parcela do 13º salário referente a 2014, que corresponde a 50% do salário bruto de cada funcionário.

A antecipação é uma conquista dos trabalhadores do banco, fruto da negociação entre as entidades sindicais e o Santander, durante o processo de fusão com o Banco Real.

Só não terão o crédito os funcionários que estavam em férias no período de 1º de janeiro a 10 de março deste ano e optaram por antecipar a primeira parcela na ocasião.

Já os funcionários admitidos após 31 de dezembro de 2013 receberão o 13º salário integral em novembro deste ano.

O pagamento da segunda parcela do 13º salário ocorre em novembro, conforme a mesma negociação.

Os descontos de INSS e Imposto de Renda sobre o 13º salário serão realizados no crédito da segunda parcela.

Segundo o Santander, o demonstrativo de pagamento da folha de março estará disponível a partir da próxima terça-feira (18), no portal de RH do banco.

Fonte: Contraf

RECLAMAÇÕES BANCOS

20, março, 2014

Os bancos com mais reclamações em fevereiro, segundo o BC

18/03/2014

Julia Wiltgen
Exame.com

São Paulo – Em fevereiro, o Santander foi novamente o banco grande – com mais de um milhão de clientes – com maior índice de queixas no ranking mensal das instituições financeiras mais reclamadas do Banco Central (BC).

O BNP Paribas liderou as queixas entre os bancos médios, com menos de um milhão de clientes.

Já é o segundo mês consecutivo que o Santander aparece em primeiro lugar. O HSBC permaneceu na segunda posição e o Banrisul, que não estava na lista no mês passado, ficou em terceiro lugar. A Caixa subiu do quinto para o quarto lugar e o Bradesco, que também não estava no top 5 em janeiro, passou para a quinta posição. O Itaú, que estava na terceira posição em janeiro, saiu do ranking, assim como o Banco do Brasil, que estava na quarta posição.

Entre os bancos médios, o BNP Paribas também está no primeiro lugar pelo segundo mês consecutivo. O BMG também continuou na segunda posição, o banco Pan caiu para o quarto lugar, e o Bonsucesso subiu do quinto para o terceiro. O Conglomerado J. Malucelli saiu do top 5, e o Safra entrou, na quinta posição.

Para elaborar o ranking, o BC recebe as queixas dos clientes e analisa se houve descumprimento das normas do Conselho Monetário Nacional (CMN). Dessa forma, a listaconsidera apenas as reclamações procedentes.

Os dados usados relacionam o número de queixas recebidas pelo banco com o número de clientes para verificar qual deles tem o maior índice relativo de reclamações. Assim, evita-se que alguns bancos apareçam sempre no topo do ranking por causa do maior número de clientes.

Veja a seguir os resultados do ranking de fevereiro:

Bancos grandes – mais de um milhão de clientes

Em fevereiro foram registradas 2.193 reclamações procedentes entre os bancos grandes, 557 queixas a mais que em janeiro. As principais queixas foram referentes à realização de débitos em conta sem autorização do cliente, prestação do serviço de conta-salário de maneira irregular e à cobrança de tarifas por serviços não contratados. Abaixo de cada tabela estão relacionados os tipos de reclamação mais recorrentes.

1º Lugar: Santander
Reclamações procedentes: 431
Número de clientes: 23.166.135
Índice*: 1,86

*Número de reclamações dividido pelo número de clientes e multiplicado por 100 mil.

Principais reclamações (em ordem decrescente): realização de débitos não autorizados; prestação do serviço de conta-salário de forma irregular; e concessão de crédito sem documentação adequada.

2º Lugar: HSBC**
Reclamações procedentes: 98
Número de clientes: 5.885.959
Índice*: 1,66

*Número de reclamações dividido pelo número de clientes e multiplicado por 100 mil.

**Trata-se do Conglomerado HSBC, que inclui HSBC Finance Brasil Banco Múltiplo e HSBC Bank Brasil Banco Múltiplo.

Principais reclamações (em ordem decrescente): débitos não autorizados; restrições nos atendimentos feitos pelos canais convencionais; e prestação de serviço de conta-salário de forma irregular.

3º lugar: Banrisul
Reclamações procedentes: 33
Número de clientes: 2.323.938
Índice*: 1,42

*Número de reclamações dividido pelo número de clientes e multiplicado por 100 mil.

Principais reclamações (em ordem decrescente): prestação do serviço de conta-salário de forma irregular; concessão de crédito consignado com documentação falsa ou sem documentação; e realização de débitos não autorizados.

4º lugar: Caixa
Reclamações procedentes: 702
Número de clientes: 55.060.989
Índice*: 1,27

*Número de reclamações dividido pelo número de clientes e multiplicado por 100 mil.

Principais reclamações (em ordem decrescente): descumprimento do prazo estipulado para responder dúvidas dos clientes; cobrança irregular de tarifa por serviços não contratados; e realização de débitos não autorizados.

5º lugar: Bradesco**
Reclamações procedentes 380
Número de clientes 34.931.481
Índice* 1,08

*Número de reclamações dividido pelo número de clientes e multiplicado por 100 mil.

**Trata-se do Conglomerado Bradesco, que inclui, além do Banco Bradesco, o Banco Bradesco Berj, o Banco Bankpar, o Banco Bradesco Cartões, o Banco Bradesco Financiamentos, o Banco Bradesco BBI e o Banco Bradescard.

Principais reclamações (em ordem decrescente): esclarecimentos de dúvidas de forma incompleta ou incorreta; realização de débitos em conta não autorizados; e cobrança irregular de tarifa por serviços não contratados.

Bancos médios – menos de um milhão de clientes

Em fevereiro, os bancos médios receberam 191 reclamações, 11 a mais do que em janeiro. Os bancos médios costumam atuar principalmente no fornecimento de crédito a pequenas e médias empresas, na concessão de crédito consignado e em financiamentos de carros.

As principais reclamações sobre os bancos médios foram: esclarecimento de dúvidas de forma incompleta ou incorreta e sobre problemas relacionados ao crédito consignado, como restrições na portabilidade e concessão de empréstimos sem documentação adequada.

1º lugar: BNP Paribas**
Reclamações procedentes: 27
Número de clientes: 1.930
Índice* : 1.398,96

*Número de reclamações dividido pelo número de clientes e multiplicado por 100 mil.

**Trata-se do Conglomerado BNP Paribas, que inclui o Banco BGN.

Principais reclamações (em ordem decrescente): esclarecimentos de dúvidas de forma incompleta ou incorreta; descumprimento do prazo estipulado para responder dúvidas dos clientes; e restrição à portabilidade do crédito consignado e concessão de crédito consignado sem documentação adequada.

2º lugar: BMG** 
Reclamações procedentes: 83
Número de clientes: 6.587
Índice*: 1.260,05

*Número de reclamações dividido pelo número de clientes e multiplicado por 100 mil.

**Trata-se do Conglomerado BMG, que inclui não só o Banco BMG, como também o Banco Cifra e o BCV Banco de Crédito e Varejo.

Principais reclamações (em ordem decrescente): concessão de crédito consignado sem documentação adequada; restrição à portabilidade do crédito consignado; e esclarecimentos de dúvidas de forma incompleta ou incorreta.

3º lugar: Banco Bonsucesso
Reclamações procedentes: 21
Número de clientes: 1.849
Índice*: 1.135,74

*Número de reclamações dividido pelo número de clientes e multiplicado por 100 mil.

Principais reclamações (em ordem decrescente): restrição à portabilidade do crédito consignado; esclarecimentos de dúvidas de forma incompleta ou incorreta; e descumprimento do prazo estipulado para responder dúvidas dos clientes.

4º lugar: Banco Pan (antigo Panamericano)
Reclamações procedentes: 17
Número de clientes: 2.953
Índice*: 575,68

*Número de reclamações dividido pelo número de clientes e multiplicado por 100 mil.

Principais reclamações (em ordem decrescente): concessão de crédito consignado sem documentação adequada; esclarecimentos de dúvidas de forma incompleta ou incorreta; e descumprimento do prazo estipulado para responder dúvidas dos clientes e concessão de crédito sem documentação adequada.

5º lugar: Banco Safra**
Reclamações procedentes: 7
Número de clientes: 127.530
Índice*: 5,48

*Número de reclamações dividido pelo número de clientes e multiplicado por 100 mil.

**Trata-se do Conglomerado Safra, que inclui, além do Banco Safra, o Banco J Safra.

Principais reclamações (em ordem decrescente): restrição à portabilidade do crédito consignado.

 

FONTE: feeb/sp

COLÔNIA DE FÉRIAS

20, março, 2014
Colônia de Férias da Federação dos Bancários de SP e MS: agora muito mais completa, com piscinas e churrasqueira
Situada em Caraguatatuba, a Colônia de Férias da Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul é uma das mais confortáveis e bem equipadas do Litoral Norte de São Paulo, tem fácil acesso rodoviário e fica a duas quadras da praia.Dispõe de 77 apartamentos, todos com banheiro privativo e ventilador de teto, que acomodam até cinco pessoas cada, e cinco apartamentos especiais para excursões, com acomodações para oito pessoas cada.

A Colônia tem ainda duas piscinas (adulto e infantil), churrasqueira, salão de jogos diversos, sala de TV, campo de futebol, restaurante, lanchonete, playground e amplo estacionamento.

A diária, ao alcance de todos, inclui café da manhã e jantar. Criança até 7 anos é isenta e acima de 7 até 14 anos paga metade da diária do adulto.

Embora a prioridade seja atender os bancários, sempre que existam apartamentos disponíveis, trabalhadores de outras categorias cujos sindicatos mantêm convênio com a Federação podem hospedar-se sob o mesmo critério de preços.

Para o mês de junho não fazemos reservas, a Colônia é fechada para férias coletivas de seus funcionários.

ASSINADO ACORDO -2013/2014 com a Fenaban

21, outubro, 2013

A Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP/MS) assinou nesta sexta-feira (18/10), em São Paulo, a Convenção Coletiva de Trabalho 2013/2014, negociada com a Fenaban. O acordo, resultado de uma das maiores greves dos últimos anos, garante importantes conquistas econômicas e sociais à categoria, entre elas, aumento real pelo décimo ano consecutivo, valorização do piso e da PLR, cláusula sobre proibição de cobrança de resultados no celular do bancário, criação de um grupo de trabalho para analisar as causas de afastamentos no setor, abono-assiduidade de 1 dia por ano e vale-cultura.

Antecipação da PLR – A antecipação da regra básica e adicional da PLR será até 28 de outubro.

Regra básica: 54% do salário mais fixo de R$ 1.016,40, limitado a R$ 5.452,49.

Adicional: 2,2% do lucro do primeiro semestre, limitado a R$ 1.694,00. O pagamento do restante será feito até 3 de março de 2014.

PLR sem IR – Medida provisória sancionada pela presidente Dilma Roussef em junho desse ano estabelece isenção total de IR para PLR de até 6 mil. Os trabalhadores que recebem acima desse valor também serão beneficiados, pois os descontos serão progressivos.

Conquistas econômicas

Os salários foram reajustados em 8%, que representa ganho real de 1,82%. Segundo levantamento do Dieese, o ganho real acumulado pela categoria entre 2004 e 2013 foi de 18,3%. Para os pisos, os reajustes serão de 8,5%, com ganho real de 2,29%.

Também houve reajuste do auxilio refeição, que sobe para R$ 23,18; do auxilio da cesta alimentação, que passa para R$ 397,36 e do auxílio creche mensal, de R$ 330,71 por filhos de até 6 anos.

Na parcela adicional da PLR, foi elevado de 2% para 2,2% o lucro líquido a ser distribuído linearmente aos empregados, limitado a R$ 3.388,00.

Conquistas sociais

Na convenção coletiva desse ano, os bancários conseguiram a inclusão de uma cláusula sobre proibição de cobrança de resultados por meio de SMS e abono-assiduidade de um dia por ano. Os bancos concordaram também em reduzir de 60 para 45 dias o prazo para resposta às denuncias apresentadas pelos sindicatos e criar um grupo de trabalho bipartite, com nível político e técnico, para análise das causas dos afastamentos dos empregados do setor. Quanto aos dias parados, a compensação será até 15 de dezembro, com limite de 1h por dia (antes era 2h) e após isso as horas restantes serão anistiadas

fonte:FEEB/SP